Estou de volta para falar de Reality show de confinamento, o Big Brother Brasil, um dos meus programas de TV favoritos por toda a experiência que é viver numa casa vigiada 24 horas e essa temporada prometia muito caos e muito barraco com um elenco de peso. Como disse no primeiro texto, a casa foi dividida em 3 grupos: PIPOCAS, VETERANOS e CAMAROTES e a TV Globo disse que seria a edição mais icônica de todos os tempos.
Eu acompanhei o programa por 100 dias, foi intenso, cheio de brigas e enredos que eram na sua maioria do tempo sobre Ana Paula Renault, que quando foi anunciada já se tornou a queridinha do público do programa, contando com sua passagem icônica na temporada 16, e ela foi a rainha da beleza e do caos como ela se denominou. Em poucos dias de programa, seus rivais deram para ela o prêmio do reality sem ao menos perceber.
A casa foi dividida em 2 grupos que movimentaram o jogo, mas de dois se formaram vários como o G6, a Trindade, mas logo o G6 se separou e logo em seguida se formou o F*diders e os Eternos, que foram os grupos principais. Teve gente que não era de nenhum dos grupos, mas tinha afinidade com as pessoas dos grupos respectivos.
O que eu mais amei nessa temporada foi que os participantes realmente jogaram, não tiveram medo de se comprometer e de serem cancelados, claro que tinham uns mais comprometidos que outros, mas todos jogaram, até as plantas fizeram algo hahahaha… O achado dessa edição foi Tia Milena, foi a pessoa que mais se entregou para o jogo, começou pequena e percebeu que pra permanecer no jogo tinha que se mostrar e foi pra cima de todo mundo, atiçou a casa, fez de TUDO.
Ela e Ana Paula foram a dupla dinâmica da casa, e saiam encarando Jonas (5ª Série) , Humberto (Cowboy), Sarinha caça enredo (Sarah Andrade), Coordenadora do Resort (Mariane) e Jordan (Jordana), os F*diders que depois foram apelidados de Formigueiro. E pouco a pouco Ana Paula foi eliminando cada um.
Não posso esquecer do Babu Uni Duni Tê que também virou rival de Ana e protagonizou o caos na casa, mas jogando um jogo que não era limpo trazendo temas de fora, como o Cowboy que falou do Pai de Ana Paula para atingi-la, mas ela não perdeu a cabeça ainda mais.
Essa temporada foi marcada com o maior número de expulsões sendo 4 pessoas expulsas: Capetinha, Paulo Augusto, Pedro e Sol Veiga e teve a desclassificação por causas médicas do Henrry Castelli, e os números de eliminação também foram assustadores, mas o pessoal que entrou no ranking de eliminação geral foi Solange Couto que teve 94,17% dos votos se tornando a 7ª pessoa com a maior percentagem da história do programa.
E dia 21 de abril terminou o BBB que coroou Ana Paula como a campeã desse ano e levou 5,7 milhões de reais, além de um apartamento e um carro elétrico, depois de 10 anos ela voltou pra receber o prêmio que era dela desde o BBB16, e teve Tia Milena como vice-campeã e o Juliano Floss em terceiro. Essa foi uma edição de colecionador, pra mim foi a melhor edição de todas e vai ficar na saudade, que venha o BBB27 e que o elenco seja parecido




